O Na Trilha com as Maria’s foi até Minas Gerais para conversar com a Juliana Pacheco Guimarães

Olá Maria’s aí está mais uma entrevista para inspirar vocês,uma Maria de Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela conheceu o trailrunning em 2014 e hoje já realizou provas pelo país e no exterior! Em 2018 essa simpática Maria tem como objetivo aventurar-se pelos Alpes entre Suíça e França nos 53km da OCC uma das provas que fazem parte da maior festa mundial do trailrunning mundial o Ultra Trail du Mont Blanc! Confiram e aproveitem esse depoimento cheio de boas energias e motivação!

 VAMOS MARIA´S! VAMOS INVADIR AS TRILHAS!

1-Nome: Juliana Pacheco Guimarães

2- Cidade: Belo Horizonte

3-Profissão: Diretora Comercial

4-Família: Minha base

5- Como conheceu o trailrun?

Conheci o Trail Run, no final de 2014, após realizar minha 1ª maratona, de asfalto e no Rio de Janeiro. Nessa época, na periodização da maratona, já estava sem motivação para treinos no asfalto. E justamente na periodização, tive 3 lesões, antes da prova. Essas lesões quase me tiraram da prova, mas com muita persistência e foco consegui fazer a maratona. E depois da prova, e já sem querer treinar mais, um amigo me convidou para conhecer a trilha do Retiro das Pedras, pertinho de Belo Horizonte, e lá eu fiquei encantada com o desafio, e com as paisagens.

6- O que motivou você a iniciar no trailrun?

No início de 2015, eu treinava em uma assessoria, que o foco era totalmente asfalto. Ainda não tinha atletas com perfil de trilha. E eu logo comecei a pesquisar as provas, e me encantei com as imagens do Indomit Bombinhas, pedi autorização para realizar a inscrição, isso mesmo, tinha que ter autorização… rsrsrs e assim me enfiei nesse sonho de correr os 42K de Bombinhas.

7- Qual foi a sua primeira prova?

Para os treinos de 42k de Bombinhas, eu fui fazendo provas pequenas de trilha. E primeira foi XTerra Mangaratiba, 21k. E detalhe de tênis de asfalto! Kkkkk

8- Qual foi a sua percepção ao realizar a primeira prova trail?

Minha primeira percepção: Que pessoal doido, caminhando nas subidas. Como assim??hahaha

9- Você faz parte de alguma acessória esportiva? Qual?

Hoje eu treino com o Iazaldir Feitoza, atleta de elite e atleta patrocinado pela Asics. O Time chama: Iaza Trail Running Team

10- Como são seus treinos?

Treino de 3 a 4 x por semana, com treinos de rodagem no asfalto, treinos de tiro (intervalados), e treinos nas trilhas aos finais de semana, o famoso longão.

11- Como concilia as tarefas do dia-a-dia, os treinos e as competições?

Bom, essa parte é uma doideira. Pois tenho um filho de 11 anos, que há bom tempo já acompanha essa loucura, de me ausentar para treinar, e me ausentar para competir. Graças a Deus é bem resolvido! O negócio é fazer tudo com amor, e priorizar primeiro ele, o Davi, e depois, encaixo meus treinos, e com eles o trabalho.

12- O que você pensa a respeito do acompanhamento nutricional para os treinos e competições de trailrun?

Acredito que todo atleta amador ou não, deveria investir em um acompanhamento nutricional. Isso faz toda a diferença, principalmente Atletas de Trail Run. Devido ao longo tempo que se encontra em provas e treinos. A Nutrição é responsável, no meu ponto de vista de 80% de sua performance.

13- Como é a sua alimentação pré, durante e pós prova?

Minha alimentação pré prova, digo assim, antes de uma prova, a noite antes é massa (pratão de macarrão). Durante a prova, dependendo de qual prova, no calor costumo comer menos, procuro comer mais frutas, barra de proteína, castanhas, e alguma fonte de carboidrato de fácil absorção, pois no calor não tenho tanta fome assim. No Frio não varia muito, mas vai muito da minha percepção de fome. Juro! Procuro hidratar bem, para evitar câimbras. Que nesses 4 anos de trail tive 2 x no máximo graças a Deus!

14- Quais provas te marcaram mais?

Claro a minha primeira de trilha: Indomit Bombinhas (42k) – 2015

Depois a 1ª Ultratrail – Indomit Pedra do Baú 2016

Mountain Do Deserto do Atacama – 42K – 5 ª geral

APTR Videiras – de 55K foi para 63K, eu vindo de lesão, e ainda fiquei com o 5 ª geral. – 2017

A que fui campeã – 42k Turtle Run – em 2017

Indomit Costa de Esmeralda – 50km – 2017

15- Qual será seu maior desafio em 2018?

Ahhh 2018 será inesquecível se Deus ajudar.

OCC – é o foco total. Mas tenho Ultra dos Perdidos antes – 45k (baita desafio) e pré isncrita no El Cruce final de dezembro. Doideira né?

 

16- Como você vê o momento do trailrun no Brasil?

O trailrun está em ascensão no Brasil. Tenho visto as provas crescerem, mais organizadores com um olhar mais interessado. Isso é muito bom para o esporte.

17- Qual prova você indicaria para uma Maria?

Indomit Bombinhas – prova e percurso lindo, desafiadora. E além de ter distâncias menores, ideal para quem está começando no mundo trail.

18- Qual seu maior sonho dentro do trail?

Desafiar sempre. E ser feliz!

Muitas pessoas me perguntam, porque eu com a bagagem de provas e treinos que tenho, ainda não fiz distâncias acima de 80k. E eu digo: minha paixão pelo trail é o visual, as montanhas.

A vibe do dia!

Esse ano minha meta são altimetrias maiores. Subir morro. Quem sabe ano que vem, pense com mais carinho aumentar distancias Mas por enquanto sou feliz nas distancia entre 42, 50, 55 e até 65K.

19- Na sua percepção, ser trailrunner é…

Ser trailrunner é se apaixonar a cada dia por uma trilha diferente. Pela natureza! É se tornar forte a cada treino, prova. E ter como desafio a próxima montanha!

20- Por que você indica o trailrun como prática esportiva?

O Trail run te tira da zona de conforto. E o contato com a natureza, te renova espiritualmente.

Obrigada Jú! Obrigada pela gentileza em dividir conosco a tua história, parabéns por tua jornada!

Boa sorte nos treinos e competições hoje e sempre!

Gurías deixem seus comentários, suas impressões e suas dúvidas, vamos Maria’s!

Semana que vem, outra Maria nos trará mais uma história de amor e paixão ao trailrunning!

MARIA’S DA TRILHA, BELAS E FERAS NA NATUREZA!

 

Entrevista com Nadjala João, uma Maria do Rio

Vamos lá MARIA’S como prometido aqui está a entrevista com nossa primeira Maria, uma Maria do RIO. Esperamos que desfrutem dessa história e que a experiência dela sirva de incentivo para vocês, para nós já serviu. Uma história extremamente inspiradora e capaz de fazer com que continuemos na busca dos nossos objetivos como atletas AMADORAS do TRAILRUNNING!

Vamos Gurías, vamos invadir as trilhas!

1- Nome: Nadjala de O. Richard João

2- Cidade: Rio de Janeiro

3-Profissão: Assistente Social

4-Familia: É a bateria para seguir sempre em frente.

5- Como conheceu o trailrun?

Foi participando de uma prova. Antes, corria só provas de asfalto e nem tinha ideia dessa modalidade. Fiquei encantada em poder correr em contato com a natureza e como ela me ajudaria pra vida mesmo. Digo isso, pois sempre tive alguns medos e vi que esse esporte me ajudaria de alguma forma.

6- O que motivou você a iniciar no trail run?

Primeiro, foi o fato de correr livre na natureza. O segundo motivo seria de se conectar com o desconhecido, e enfrentá-lo quando necessário. Na minha cabeça, não chamo de prova e sim jornada (uma mais curta, outra mais longa) cada qual com seu mistério, dificuldade e especificidade. Eu fico vivendo aquilo de forma saudável, sem neura, só com compromisso de treinar para poder desfrutar dos quilômetros da forma que vou imaginando ao longo de cada ciclo.

7- Qual foi a sua primeira prova?

Foi lá em 2012, na antiga k21 Arraial do Cabo (WTR Arraial do Cabo – atualmente). Foi em dupla, 10,5m para cada.

8- Qual foi a sua percepção ao realizar a primeira prova trail?

Que era muito mais legal correr conhecendo lugares incríveis, o que normalmente no circuito de turismo, seria impossível. E atualmente, o que me fascina é que cada jornada que faço, a natureza me ensina grandes lições. Sigo só agradecendo.

9- Você faz parte de alguma acessória esportiva? Qual?

Sim. Treino com Iazaldir Feitoza – Iaza Trail and Road Team

10- Como são seus treinos?

Depende muito do momento e da periodização. Agora, estou no momento de readaptação do corpo, já que desde o final do ano passado, estava treinando para realizar uma maratona de asfalto no início de janeiro desse ano. Curto muito um treino dinâmico com variados tipos de terreno. Acho importante. Meu corpo reage superbem. E aqui no RJ, fica fácil variar.

Além da corrida, faço musculação, spinning e exercícios funcionais que ajudam demais.

11- Como concilia as tarefas do dia a dia, os treinos e as competições?

Procuro levar tudo de forma leve. Nessas horas é que entra a força de vontade, o foco e o querer. Sim, esse para mim é o mais importante. Você precisa querer muito para driblar os obstáculos e seguir. Sempre digo que o processo de treinamento é mais difícil que o grande dia. E que é preciso ser determinada para passar por ele com tranquilidade.

12- O que você pensa a respeito do acompanhamento nutricional para os treinos e competições de trailrun?

Acho importante ter um acompanhamento nutricional. O nosso corpo é muito complexo, e nada melhor que um profissional para te ajudar da forma correta. Sou muito agradecida a minha nutri por todos os desafios conquistados. Uma má alimentação/suplementação pode te tirar de uma prova.

13- Como é a sua alimentação pré, durante e pós prova?

Eu não tenho regras. Sou muito flexível. Tudo depende do tipo de jornada.

Principalmente nas mais longas, sempre tenho uma orientação para semana da prova (priorizando certos alimentos e muita hidratação) durante a prova (um esquema de alimentação a cada 1 hora) priorizando o que a prova oferece, com objetivo de levar apenas o essencial na mochila. Ao longo do tempo e com a vivência das provas, vamos aprimorando a dieta. E sempre visando a melhor recuperação do corpo, uma boa alimentação e hidratação, principalmente nas primeiras refeições depois de cada prova.

14- Quais provas te marcaram mais?

Fiz boas e grandes provas, mas essas foram incríveis.

* Vulcano Ultra Trail no Chile 100km. O clima estava hostil. Acho que foi a pior edição deles. Ficamos perdidos na montanha, por conta do vento de 90km/h que retirou toda marcação daquele ponto. Isso com temperatura de -2 graus no momento. Lembro de cada minuto desesperador nesse ponto.

*TDS- UTMB (120km): Vivenciei ela por 7 meses, até o grande dia. Foi super intenso, acho que até exagerado. Aprendi muito com ela. O grande dia foi maravilhoso, estava feliz e realizei uma prova leve.

*La Thuille Trail – Valle d’ Aosta (Itália) – Uma prova de 25km em uma região linda, super técnica e pesada, em que tive que ser forte e trabalhar alguns medos para poder seguir no percurso.

* Verticale Du Grand Serre – Meu primeiro KM Vertical, no circuito mundial de skyrunning. Uma modalidade totalmente diferente do que tinha feito até hoje, pelo qual fiquei apaixonada.

15- Qual será seu maior desafio em 2018?

UTMB – 171km. Uma longa jornada passando por três países, dando a volta no Mont Blanc.

Já comecei a interiorizar como será mágica. Fico imaginando como será cada km. O maior desafio será passar 2 noites correndo, mais por não saber como o corpo vai reagir.

De certa forma, é isso que me fascina, me dá mais garra para seguir com os treinos e algumas provas na periodização até lá.

16- Como você vê o momento do trailrun no Brasil?

Ainda engatinhando. Vejo como algo novo, que necessita de um amplo debate para o seu desenvolvimento. Nas potências mundiais, já existem trabalhos de base com jovens, proporcionando a descoberta de novos talentos, inúmeras provas consolidadas e altamente competitivas, o que eleva o nível dos atletas.

Na torcida pelo crescimento da modalidade em nosso país.

17- Qual prova você indicaria para uma Maria?

São tantas provas bacanas que participei, que é até difícil de escolher.

Primeiro, devemos pensar no perfil de cada prova. Existem as mais rápidas, as mais travadas e técnicas e as que misturam um pouco de cada característica.

Gosto muito de provas que oferecem variadas distâncias, dando oportunidade para quem está iniciando nesse esporte, para os mais experientes e para toda família (inclusive com corrida kids).

Dentro desse perfil de circuito, indico a Vulcano Ultra Trail, no Chile (com distâncias variadas) em um lugar incrível, no pé do Vulcão Osorno. Acontece sempre em dezembro. Amo aquele lugar. Já participei 2 vezes e ainda pensando se volto nessa temporada rs.

E uma prova com perfil mais rápido, super linda é a Endurance Challenge São Francisco (Califórnia) 50 milhas (80km). Como é a etapa final dos EUA, vários atletas da Elite mundial marcam presença.

Fiquei encantada com o percurso. Já com inscrições abertas para 2018 – Será em novembro.

18- Qual seu maior sonho dentro do trail?

Como procuro viver de forma intensa cada jornada programada para tal ano, ainda não pensei sobre o assunto. Tudo comigo aconteceu de forma natural, inclusive o aumento das distâncias. Penso que tudo tem o seu tempo, sua hora. E outra, você precisa se sentir feliz naquela distância e não apenas fazer por fazer. Quero fazer uma grande jornada, algo espiritual, não sei o ano ainda, então por enquanto vou dando passos (provas), conhecendo meu corpo, sabendo os meus limites e realizando essa conexão por montanhas incríveis.

19- Na sua percepção, ser trail runner é…

Se aventurar com as próprias pernas pela natureza, respeitando e cuidando daquele ambiente.

20- Por que você indica o trailrun como prática esportiva?

O trailrun é uma prática saudável, em contato com a natureza que traz muitos benefícios para a saúde tanto do corpo, quanto mental.

Obrigada Nadjala!!! Obrigado por compartilhar a sua história! Estamos muito feliz por isso!

Gurías deixem seus comentários e suas impressões desse depoimento bárbaro e cheio de amor ao nosso esporte!

Semana que vem, outra Maria nos brindará com sua trajetória! Uma Maria de Minas!

MARIA’S DA TRILHA, BELAS E FERAS NA NATUREZA!


Locais para adquirir equipamentos para trailrunning no Brasil

Vamos lá Maria’s,  hoje falaremos sobre locais para encontrar materiais, equipamentos e vestuários para o mundo trail.

Sabemos que vivemos em um país onde os juros e impostos fazem com que as mercadorias variem muito de valor de uma loja para a outra.

Além disso no momento de entrada no trail podemos incorrer no erro de investir em materiais de alto custo que acabam sendo adquiridos de forma equivocada, ou até por ser da marca do momento, ou ainda, deixamos de consumir por ser de marca desconhecida.

Para as Maria’s mais avançadas, teremos também lojas com materiais indicados para todas as distâncias, níveis técnicos, necessidades e bolsos.

Assim sendo, vamos apresentar lojas em que já compramos equipamentos e não tivemos problemas com qualidade dos produtos,com o envio ou trocas quando foram necessárias.

Estamos publicando os canais de contato como e-mail, endereço da loja física, telefones e site na web, conforme as lojas divulgam, isso tudo para facilitar a pesquisa e consulta de vocês.

Orientista

http://www.orientista.com.br/

Orientista – Centro
Rua Conde de Porto Alegre, 1050.
Centro. Santa Maria/RS.
Segunda a Sexta 9h às 18h.
Sábado 10h às 12h. (55) 3027-5748

Orientista – Royal Plaza Shopping
Av. N. Senhora das Dores, 305.
Loja 223. Santa Maria/RS.
Segunda a Sábado 10h às 22h.
Domingo 14h às 20h. (55) 3028-8708

Girardi Runnig Store

https://www.girardirun.com.br/

GIRARDI PORTO ALEGRE – NILO PEÇANHA
Av. Nilo Peçanha, 2245, Três Figueiras – Porto Alegre, RS
(51) 3019.2414 | (51) 99618.2937
HORÁRIOS:
Segunda à sexta: 10h às 19h30min
Sábados: 10h às 18h

GIRARDI CAXIAS DO SUL – SHOPPING IGUATEMI
Rodovia RSC 453, 2780, km 3,5, Desvio Rizzo – Caxias do Sul, RS
(54) 3021.6906 | (54) 99615.0260
HORÁRIOS:
Segunda à sábado: 10h às 22h
Domingos: 14h às 20h

GIRARDI CAXIAS DO SUL – JARDIM AMERICA
Rua José Aloysio Brugger, 1648, Jardim América – Caxias do Sul, RS
(54) 3228.9160 | (54) 99986.7709
HORÁRIOS:
Segunda à sexta: 9h às 19h
Sábados: 9h às 17h

Compressport Brasil

https://www.compressport.com.br/

Telefone: (31) 3297-0490
E-mail: info@compressport.com.br

Arco e Flecha

https://www.arcoeflecha.com.br/

Fale Conosco

Segunda à sexta-feira das 09:00 às 18:00 horas (Exceto feriados)
Sábado das 10 as 14 horas

Televendas

(11) 2122-4069(21) 4062-0067

(31) 4062-0025(41) 4062-0058

(61) 4062-0184

(71) 2626-2971

Loja Física

Aberta das 10h às 19h00Sábado das 10h00 as 14h00Rua Tito, 542 1º e 2º andares – Lapa São Paulo / SP

Estacionamento Conveniado no nº 867

A5 Escalada

https://www.lojaa5escalada.com.br/

Loja física: Av. das Américas, 700
bloco 8 – loja 210a, Barra da Tijuca/RJ

Atendimento on-line
2ª a 6ª das 10h às 19h
Skype: a5escalada

Telefone
21 2025-2037 /21 97079-0930
Nextel ID 12*26067

Equinox

http://equinox.com.br/

Loja Física
Rua Buenos Aires, 41 – 2o andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ

Horário de funcionamento
Segunda à Sexta – 10h às 18h

Telefones
(21) 2223-1573 / (21) 2263-5850

Makalu

https://www.makalusports.com.br/

Makalu Centro

Rua da Alfândega, 112 – Centro

Aberta de segunda a sexta das 09:00 às 19:00 horas.

Sábado das 09:00 às 13:00 horas.

Território

https://territorioonline.com.br/nossas-lojas

Endereço: Rua Vicente Machado, 2855
Curitiba – PR – CEP: 80440-020
Telefone: (41) 3078-9552 / 0800-601-2521 / Whatsapp (41) 99106-9741
Horário de atendimento: Segunda a Sexta: 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00.

Adrenaonline

http://adrenaonline.com.br/

Loja Física

Av. Getúlio Vargas, 1635 . Savassi . Belo Horizonte /MG.

Contatos

Tel: 31 3261.1125
email: sac@adrenaonline.com.br

Keeprunning

http://www.keeprunningbrasil.com.br

central de atendimento

(11) 2306-8356

(61) 98122-0377

Seg.à Sex. das 8h às 17h
E-MAIL: contato@keeprunningbrasil.com.br

Decathlon

http://www.decathlon.com.br/

Lojas físicas Decathlon

http://www.decathlon.com.br/lojas

Maria’s, existem outras lojas espalhadas pelo país, estas são aquelas que já tivemos algum contato e relacionamento, esta lista não se esgota aqui, podem deixar alguma indicação de loja nos nossos comentários aqui na web ou lá no instagram, suas dicas ficarão publicadas nas nossas páginas como outras opções para todas as demais Maria´s.

Esperamos que o post tenha sido útil, pois para fazer bonito nas trilhas a mulherada necessita estar bem equipada.

VAMOS GURIAS!

BELAS E FERAS NA NATUREZA!

Trailrunning! O que é isso?

 

Olá Maria’s!

Essa semana vamos falar um pouco mais sobre trairunning ou corrida em trilhas.

Antes de mais nada vamos tentar definir trail running, ou trailrun. Vamos apresentar abaixo a definição de Trail Running conforme publicado no site da Associação de Trail Running de Portugal (ATRP) que está em conformidade com o que também define a International Trail Runnig Association (ITRA), órgão mundial que regula o nosso esporte.

  • Segundo as informações publicadas nos dois sites, temos:

a) Conceito Trail Running

Para a Associação de Trail Running de Portugal a abordagem deve ser abrangente e não restritiva. Desta forma o conceito adotado para as provas de Trailrun é o seguinte:

Corrida pedestre na natureza, com o mínimo de percurso pavimentado/calçado, em vários ambientes (serra, montanha, alta montanha, planície, etc) e terrenos (estradão de terra, caminho florestal, trilhas, single track,  campos de neve, praias, etc), idealmente – mas não obrigatoriamente – em semi ou auto-suficiência, a ser realizada de dia ou durante a noite, em percurso devidamente balizado e marcado,  respeitando a ética desportiva, a lealdade, solidariedade e o meio ambiente.

b) Categorização Por distância

Temos regularizadas e definidas as seguintes distâncias, segundo a ATRP:

1) Trail

Trail Curto: até 21,0975Km (até a distância da meia maratona)

Trail Longo: de 21,0975Km até 42,195Km (de distância de meia maratona até distância de maratona)

2) Ultra Trail

Constituído por provas acima de 42,195 Km (acima da distância da maratona)

O Ultra Trail é classificado da seguinte forma:

Ultra Trail  Médio: de 42 a 69 km

Ultra Trail: de 70 a 99 km

Ultra Trail  XL: mais de 100 km

Nota: No caso de uma prova por etapas (Desafio das Serras, El Cruce, Transalpine, Marathon des Sables), considera-se a prova como sendo de uma dada categoria do Ultra Trail, se pelo menos uma das etapas cumprir esse requisito. Caso contrário será considerada uma prova de Trail.

(Fontes:  http://www.i-tra.org e http://atrp.pt/)

Mais informações sobre o trailrun serão apresentadas em breve, mas você também pode encontrá-las nos seguintes endereços:

http://www.i-tra.org

http://atrp.pt/

Deixe seu comentário,  de sua opinião, sugira assuntos para apresentarmos posts aqui.

Maria’s da Trilha, belas e feras na natureza!

 

Elisa Forti a vovó inspiração

Esta simpatica Sra é Elisa Forti, de 82 anos, italiana de nascimento, veio para a Argentina  aos 14 anos, e no país vizinho descobriu o apaixonante mundo do trailrun.  Em fevereiro de 2017 concluiu sua quarta participação no El Cruce, uma corrida entre Argentina e Chile na região dos Andes. A prova tem cerca de 100km e é realizada em três dias consecutivos pelas deslumbrantes paisagens da cordilheira andina.

A senhora de voz tranquila e olhos azuis profundos encanta e inspira todos por onde passa. A postura já arqueada pelo tempo esconde um corpo capaz de manter passadas constantes em todos os terrenos, seja na subida, na descida ou no plano, faça sol, faça chuva ou caia neve.Mãe de cinco filhos dona Elisa sempre se dedicou aos esportes. Primeiro ao vôlei (chegou a representar o River Plate), depois praticou tênis, esse joga ainda hoje aos domingos, e até pela natação andou se aventurando.

Está senhora ativa disse em uma de suas entrevistas que “EN VEZ DE SER ABURRIDA Y TRISTE, EMPECÉ A VIVIR OTRA COSA”, provando desta forma que nunca é tarde para praticar esportes e principalmente para começar a correr.Elisa ultrapassou as fronteiras argentinas e conheceu muitos lugares desse nosso mundo das corridas, em outra entrevista revelou: “MI EJEMPLO NO ES TAN MERITORIO COMO OTROS. NO SÉ POR QUÉ ME TOMAN DE EJEMPLO. CORRER ME DIO MUCHA SEGURIDAD Y CONFIANZA. ME DIO VIDA. ME PERMITIÓ SALIR DE MI CASA. ANTES ESTABA BASTANTE RECLUIDA”. Mais um dos benefícios do trailrun, as viagens, os lugares, as novas experiências que o contato com pessoas e culturas nos proporciona.

A vovó atleta não faz mistério e apresenta sua rotina de treinamentos, começou a correr aos sábados, mas hoje corre de segunda até sábado, pouco mais de uma hora por dia, corre pelo caminho que leva até o rio em Vicente López de onde retorna renovada e cheia de energia. Somente não corre aos domingos quando joga seu tênis para manter-se ativa. Fora isso diz não ser adepta de outros tipos de treinamentos, revela que prefere esforçar-se mesmo é nas provas.Elisa Forti sem dúvida é um exemplo a ser seguido nos dias atuais, e por ser uma figura carismática e amável possibilita que as pessoas se aproximem e revelem que decidiram correr ao saber da história dela. Assim fez um rapaz após uma corrida em Salta, na Argentina. Contou o jovem que vivia deitado no sofá de forma sedentária e que um dia assistindo televisão viu a super-vovó correndo. Com tão nobre exemplo de força de vontade e capacidade humana ele modificou sua forma de viver e também começou a correr.Portanto, se algum dia em algum trailrun encontrarmos uma senhorinha com idade para ser nossa avó alinhando ao nosso lado, pronta para largar, não nos surpreendamos, pode ser Elisa Forti, uma verdadeira fortaleza, capaz de correr o El Cruce em 2015 com uma costela trincada
que segundo ela, se não fosse a dor constante em nada lhe atrapalhou durante a prova. E se na chegada encontrarmos ela por lá se hidratando com uma cerveja, também não fiquemos atônitos, pois essa referência de força de vontade também gosta de outros prazeres da vida.

Sem duvidas o exemplo de Elisa Forti é um desses que se deve seguir. Fazer a pesquisa para compartilhar com vocês a história dela me fez pedir para as boas forças do universo a saúde, a força e a vontade dessa pequena senhora em viver! Viver a vida com a intensidade que ela merece, pois como todos já ouvimos por aí: da vida só se leva a vida que levamos!

Referências:

  1. http://montanhaminhapraia.com.br/elisa-forti-uma-guerreira-octagenaria-e-uma-tremenda-inspiracao/
  2. http://www.lanacion.com.ar/1788768-elisa-forti-a-los-80-anos-no-me-siento-un-ejemplo
  3. http://locosporcorrer.com/web/elisa-forti-despues-de-el-cruce-en-vez-de-ser-aburrida-y-triste-empece-a-vivir-otra-cosa/